Tem noites que eu não durmo nada
a poesia louca me acorda
em plena madrugada
quer fazer amor comigo,
quer fazer amor comigo,
e eu doida aceito
me solto,me envolvo,
me solto,me envolvo,
me perco entre suas doces palavras
e em rimas dou risadas,
e em rimas dou risadas,
sinto arrepios,saio do chão
sensação de liberdade,
sensação de liberdade,
perversidade de brincar com as palavras
plena madrugada,acabar com o silêncio
plena madrugada,acabar com o silêncio
que estava no quarto
e nesse ato,me engrandeço,
e nesse ato,me engrandeço,
me envaideço de ser a escolhida por ela
eu e a poesia:amantes, loucas,
eu e a poesia:amantes, loucas,
gozamos juntas o mel das rimas e
versos soltos no ar
è quase um escárnio,
versos soltos no ar
è quase um escárnio,
me vem com força, inevitável...
quando ela me convida, tão instigante,
não sei negar
quando ela me convida, tão instigante,
não sei negar
E para ela sou livre,disposta a me dar
a qualquer hora ou lugar
com ela faço filhos são as palavras,
as palavrinhas e os palavrões...
a qualquer hora ou lugar
com ela faço filhos são as palavras,
as palavrinhas e os palavrões...
Adriane Lima
Olá, Adri
ResponderExcluirIntensa relação demonstra na criação. Ser e poesia, entes entrelaçados no desejo de tornarem-se versos, músicalidades, canções, pensamentos.
Abraços,
Aureliano